Fábricas paradas, protestos e manifestações marcam dia de Greve Geral em São José e região

Houve manifestações e paralisações em metalúrgicos, petroleiros, químicos, construção civil, rodoviários e bancários

29 de setembro de 2016

29 de setembro: Metalúrgicos e outras categorias fazem dia nacional de luta


29/9/2016 - Nesta quinta-feira, dia 29 de setembro, o PSTU esteve presente nas mobilizações do Dia Nacional de Paralisação, realizadas por metalúrgicos e várias outras categorias. Foi um dia de luta em todo o país contra o governo Temer e suas reformas, como da Previdência e Trabalhista.

Em São José dos Campos, as mobilizações começaram ainda nas primeiras horas da manhã. Houve protesto na Embraer, greve de 24 horas na General Motors e atrasos de duas horas na Monsanto e na Parker Hannifin (Jacareí). Os trabalhadores terceirizados da construção civil da Petrobras e os petroleiros da Revap também se mobilizaram e realizaram atrasos.

Por volta das 11h, sindicatos de várias categorias e ativistas dos movimentos social e estudantil se reuniram no centro da cidade e realizaram uma passeata que reuniu cerca de 300 pessoas.

Em todo o país ocorreram paralisações, atrasos, passeatas e manifestações, como na capital paulista e no Paraná. Esse é o caminho. É preciso unificar toda a classe trabalhadora e intensificar as ações, rumo à Greve Geral.






Divulgação Sindmetalsjc

Divulgação Sindmetalsjc


Divulgação Sindmetalsjc

Divulgação Sindmetalsjc

14 de setembro de 2016

Saiba quais são os direitos que Temer quer tirar de você

14/9/2016 - Após assumir o mandato de forma definitiva, Temer e esse Congresso Nacional vão desencavar os ataques que Dilma vinha preparando, mas que não conseguiu implementar. Saiba quais são os direitos que Temer quer tirar de você.

Previdência pública
Ainda em 2015, Dilma restringiu o acesso ao seguro-desemprego e ao abono do PIS. No início deste ano, o governo Dilma anunciou que a reforma da Previdência seria prioridade no primeiro semestre. Devido à crise política, Dilma não conseguiu concluir esse ataque às nossas aposentadorias. Agora Temer quer tocar adiante o plano e acabar com a sua aposentadoria.
A reforma da Previdência impõe idade mínima para aposentadoria de 65 anos, com o objetivo de chegar a 70 em alguns anos. Ainda acaba com a diferença de tempo entre homens e mulheres. Quem tiver mais de 50 anos vai ser obrigado a passar por uma transição mesmo se estiver perto de se aposentar.

Saúde, Educação e serviços públicos
A PEC 241 (Proposta de Emenda Constitucional) impõe o chamado “teto dos gastos públicos”. Isso vai congelar os gastos públicos por 20 anos. Com isso, o crescimento da população, inclusive de idosos, não vai ser acompanhado por mais investimentos públicos. Vai se desvincular o  mínimo que a Constituição estabelece para essas áreas (18% para educação e 13,2% para a Saúde), o que significa, na prática, um corte drástico.
Junto a isso, a PEC 257 vai congelar o salário dos servidores, acabar com os concursos públicos e fazer avançar a privatização.

Direitos trabalhistas
Dilma já restringiu o acesso ao seguro-desemprego e ao abono do PIS. Agora, o governo e o Congresso querem impor mais um grande ataque. Trata-se da velha história do negociado se sobrepor ao legislado da época de FHC. Assim, um acordo coletivo negociado por uma direção sindical pelega pode acabar com direitos ou reduzir salários, tornando a CLT só um pedaço de papel.
Também vem aí a lei das terceirizações para permitir que qualquer atividade, mesmo as consideradas atividades-fins sejam terceirizadas. Isso vai significar salários mais baixos e precarizados.

Pré-Sal e Petrobras
Se o governo Dilma realizou a maior privatização do petróleo da história com a venda da Bacia de Campos, o governo Temer quer terminar o serviço. O Projeto de Lei 4567 desobriga a Petrobras de ficar com 30% da exploração do pré-sal. O pré-sal vai ficar todo com as grandes multinacionais.



Fora Temer, fora todos eles! Em direitos não se mexe! Não tem arrego!

14/9/2016 - O impeachment trocou seis por meia dúzia ao tirar Dilma Rousseff (PT) para colocar Michel Temer (PMDB). Refletiu, assim, de forma distorcida, o que queriam a classe operária, os trabalhadores e a população: que Dilma saísse. Por outro lado, representa também a posse do vice Temer que, além de ser um dos responsáveis pelo estelionato eleitoral dado pelo PT, também enfrenta o rechaço da população.

Saem Dilma e o PT, mas entram Temer, o PSDB e o DEM. E fica a mesma política econômica que privilegia os lucros dos bancos, grandes empresas e empreiteiras, e joga o custo da crise nas costas dos trabalhadores. A maior prova disso é o pacotão de maldades que Temer quer jogar na cabeça do povo nos próximos meses, mas foi preparado e embalado por Dilma no início do ano. Temer quer enviar a reforma da Previdência já agora em setembro.

Não só é necessário e urgente, como é possível derrubar esse governo e impedir seu projeto de ajuste. Para isso, no entanto, é preciso uma greve geral e manifestações unitárias pelo “Fora Temer” e não contra um suposto golpe. Esse discurso do golpe pinta o PT como vítima e pretende ser base a uma frentona para eleger Lula em 2018, para que ele volte ao Planalto para fazer o que fazia antes e o que Dilma e Temer continuaram.

Só serve para impedir a mobilização da classe operária que, com razão, não quer defender Dilma.

É possível e necessário derrubar Temer e seus ataques
Após a queda de Dilma, como está o ânimo da classe trabalhadora? Abatida, se sentindo atacada e na defensiva, como quer fazer parecer grande parte da esquerda que insiste que houve um golpe ou lutando e se sentindo fortalecida?

Não há dúvidas. A classe trabalhadora não está em casa chorando por Dilma. Muito pelo contrário. O ascenso de lutas que ocorre desde 2013 continua a pleno vapor. Enquanto fechávamos essa edição, os bancários lançavam uma greve nacional. Já os trabalhadores dos Correios e os petroleiros também estavam prestes a parar em todo o país.

A classe trabalhadora se sente fortalecida e, mais que isso, luta.

O governo Temer, por sua vez, provou ser um governo mais fraco, que a própria burguesia vê com muita hesitação. Isso porque, para aplicar um plano que o imperialismo exige, é necessário um governo com respaldo popular, algo que ele não tem.

Seu governo mal começou e já coleciona recuos. Sua base enfrentou uma crise logo na votação do impeachment por conta do acordão entre o PT e o presidente do Senado, Renan Calheiros, que manteve a elegebilidade de Dilma. O próprio Michel Temer evita aparições públicas, pois sabe que isso significa vaias e rechaço. Não discursou na abertura das Olimpíadas e sequer desfilou em carro aberto no 7 de setembro.

Na medida em que se torna mais conhecido pela população, que sequer sabia quem era Michel Temer há pouco tempo, mais aumenta o ódio contra ele e seu governo.

Isso mostra que é sim possível derrotar e por abaixo esse governo. Mas isso não vai acontecer por si só. É preciso unificar as lutas e por em marcha a construção de uma grande greve geral no país.

Precisamos de uma greve geral
A classe trabalhadora e a juventude protagonizam importantes lutas e esbanjam disposição. Mas, para derrubar o governo Temer e derrotar os seus ataques, é necessário colocar em campo a classe trabalhadora, unificar as lutas e construir, desde já, uma greve geral que pare o país. Uma greve geral que jogue uma pá de cal nas reformas da Previdência e trabalhista, derrote o ajuste fiscal, o desemprego e a carestia e coloque para fora Temer e todos eles já!

Para isso, é preciso que as direções da CUT, CTB, Força Sindical, MTST e demais centrais e organizações dos trabalhadores atendam ao chamado da CSP-Conlutas para construir a greve geral. É preciso e possível fazer um dia de paralisações e manifestações, ainda em setembro, que unifique toda a classe trabalhadora, o movimento popular e a juventude capaz de impedir as reformas da Previdência e trabalhista.

Não pode acontecer o mesmo que no início do ano, quando a direção da CUT negociou com Dilma a fórmula 85/95 na Previdência ou quando negociou o Plano de Proteção ao Emprego (PPE), que reduz salários e abre a porteira para a flexibilização de direitos.

Por outro lado, as manifestações de rua precisam ter uma convocatória unitária e uma condução democrática: pelo “Fora Temer” e em defesa dos direitos. A partir daí, cada organização defende sua política no interior das mobilizações.

Vamos construir a greve geral. Em direitos não se mexe! Não tem arrego! Fora Temer, fora todos eles! Eleições gerais já com novas regras!

Por um governo socialista dos trabalhadores formado por conselhos populares
Só conseguiremos mudar de fato as condições de vida da classe trabalhadora e da maioria da população com um governo socialista dos trabalhadores. Não um governo para todos que, na verdade, é para os banqueiros.

O PT governou aliado com partidos burgueses e continua aliado a eles em diversas eleições para manter o sistema que está aí. É uma falsa democracia. Uma democracia dos ricos, em que os de baixo não decidem nada, elegem de quatro em quatro anos políticos que mentem para se eleger e, uma vez no poder, governam para os ricos.

Precisamos de um governo que funcione com base não nesse Congresso corrupto, mas em conselhos populares organizados nos locais de trabalho e na periferia, onde os trabalhadores decidam sobre tudo, inclusive sobre 100% do orçamento, e definam os rumos das suas próprias vidas.


Eleições 2016: Conheça o programa de governo do PSTU para São José dos Campos

14/9/2016 - Dima já foi tarde, mas agora Temer tentar aplicar os mesmos planos de arrocho salarial, venda do patrimônio nacional e ajuste fiscal que gera desemprego e privilegiam apenas os grandes banqueiros e industriais.

No Congresso Nacional só tem corrupto e ladrão e as Prefeituras e Câmaras Municipais refletem o mesmo quadro nacional. Cheias de corrupção e roubalheira, só favorecem os patrões e os grandes empresários, enquanto a população pobre e os trabalhadores ficam sem nenhum benefício.

O fato é que a maioria da população, principalmente os setores mais explorados e oprimidos, é excluída do direito à cidade.

Por outro lado, os trabalhadores estão indo à luta, fazendo greves, ocupações e manifestações. Começou a greve nacional bancária e os trabalhadores dos Correios já têm seu indicativo para a greve. Os metalúrgicos e petroleiros também marcaram seus dias de luta. As manifestações e passeatas voltam às ruas, agora pelo Fora Temer e Fora Todos.

As propostas programáticas que o PSTU apresenta visam construir uma São José dos Campos para a maioria da população, particularmente para os trabalhadores, a juventude e os setores populares, que são os que de fato constroem cotidianamente toda a riqueza social.

Com a implementação dessas propostas, acreditamos estar dando um passo importante em direção à construção de uma sociedade mais justa, igualitária e democrática, governada pelos trabalhadores e para os trabalhadores, enfim, rumo a uma sociedade socialista.

Por isso, o primeiro ponto de nosso programa é colocar a Prefeitura a serviço da luta dos trabalhadores, para a conquista de seus direitos e para ser uma alavanca para a derrubada dos governos federal e estadual.


CLIQUE NO LINK ABAIXO E CONFIRA NA ÍNTEGRA O PROGRAMA DO PSTU


CONSELHOS POPULARES
Para garantir a implementação dessas propostas, o PSTU propõe governar apoiado no Conselho Popular Municipal. Será formado por representantes dos trabalhadores e da juventude eleitos diretamente nos locais de trabalho, estudo e moradia, além de representantes dos sindicatos e associações de bairro. Esses representantes não receberão pagamento para isso e poderão deixar de ser representantes a qualquer tempo, se essa for a vontade daqueles que os elegeram.

Haverá Conselhos Populares Municipais por setor de serviços, como Habitação, Transporte, Saúde, Educação, Meio Ambiente e também haverá conselhos por bairro, para debater e fazer propostas específicas sobre estes assuntos ou regiões. Mas, a decisão final caberá ao Conselho Popular Municipal, que deverá deliberar sobre as políticas públicas e sobre 100% do orçamento. O Prefeito do PSTU se compromete em acatar suas decisões.

DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL
O PSTU não confunde crescimento econômico com desenvolvimento social. Por isso, defende que toda atividade econômica desenvolvida na cidade deve estar voltada para melhorar o nível e a qualidade de vida da maioria da população, e não para atender os interesses de uma minoria, ou seja, de determinados grupos econômicos. O direito ao lucro não pode estar acima do direito à vida!

SAÚDE
Saúde pública, gratuita e de qualidade para todos, com acesso universal. Fim da Terceirização da Saúde, investimento em saúde básica (nas UBS's), com ampliação do seu atendimento. Concurso público imediato para todos os cargos da saúde com remuneração digna; suprir as Unidades e Hospitais com equipamentos, recursos humanos, exames e medicamentos;

EDUCAÇÃO
Sem educação não há futuro. Não por outro motivo, a educação pública e gratuita é também considerada “um direito de todos e um dever do Estado”.
Defendemos o fim das privatizações/terceirizações na Educação; ampliação das creches da Prefeitura garantindo vagas para todas as crianças; Creches e berçários com funcionamento 24 horas e durante todos os dias, para amparo aos trabalhadores e trabalhadoras que cumprem jornada noturna; Não à “escola sem partido” e a criminalização dos professores; Defesa do ensino público, gratuito, de qualidade, laico e democrático para todos;
Todos os recursos orçamentários destinados à educação deverão ser empregados em instituições públicas de ensino situadas no município. Os serviços auxiliares, como cozinha, limpeza, segurança e os que vierem a ser necessários deverão ser executados por instituições públicas municipais ou pela administração direta, por meio de seus servidores.
Abertura das vagas necessárias à realização do serviço público e admissão por concurso, com critério social, que possibilite a efetivação dos atuais contratados. Eleição direta para os cargos de direção, assistente de direção, orientador educacional e orientador pedagógico pela própria comunidade, com a exigência de que os concorrentes tenham sido aprovados em concurso público para esses cargos. Real valorização dos profissionais de educação.
Salários dignos, programa de capacitação continuada e plano de carreira. Gratuidade no sistema de transporte público aos estudantes de todas as etapas matriculados no ensino médio em território de abrangência do município, com vistas à redução da evasão escolar.

HABITAÇÃO
Toda a problemática envolvendo a grande carência de moradias na cidade somente veio a público após a ocupação do Pinheirinho, em fevereiro de 2004. Até então, pouco ou quase nada se falava a respeito. No entanto, ainda existe praticamente o mesmo número de famílias sem moradia que havia no governo passado, cerca de 26.000, além daquelas despejadas do Pinheirinho, que não entram na estatística, porque recebem aluguel social.
Propomos efetuar um levantamento e cadastramento de todos os imóveis urbanos e rurais que se encontram abandonados e não estejam cumprindo nenhuma função social. Aqueles que estiverem com expressivos débitos de IPTU serão adquiridos pela Prefeitura através de adjudicação compulsória, incorporados ao patrimônio público municipal.
Todas as moradias de bairros considerados irregulares serão regularizadas pela prefeitura, inclusive com a implantação de equipamentos e serviços públicos nos respectivos bairros, que passarão a constar dos registros oficiais.

MOBILIDADE URBANA
Como outros serviços essencialmente públicos, o transporte é privatizado e, por isso, antes de atender às necessidades da população, tem como propósito a geração de receita para as empresas que exploram a atividade.
Para nós, do PSTU, o transporte público deve ser mesmo público. Deve atender às necessidades da população e permitir, de forma segura, pontual, confortável e de baixo custo, o fluxo de pessoas entre os diversos bairros da cidade.
Vamos municipalizar o transporte público urbano. Não haverá mais empresas privadas prestando esse serviço, mas sim uma única empresa municipal. Consequentemente, haverá transporte em todos os horários, em todos os lugares e gratuito a todos, ou seja, com TARIFA ZERO. Os atuais trabalhadores das atuais empresas privadas serão 100% aproveitados na nova empresa municipal.

LUTA CONTRA AS OPRESSÕES
O PSTU luta contra a opressão e exploração das mulheres, dos jovens, negros e LGBTs. Defende o fim das desigualdades no mercado de trabalho, da exclusão social e da violência a que estão submetidos. Lutamos por salário igual para trabalho igual. Exigências de programas de igualdade salarial e de oportunidades de contratação e ascensão profissional para mulheres, negros e LGBTs.

SEGURANÇA PÚBLICA
O principal crime é o crime do colarinho branco. Dele que decorre os outros crimes, pois o dinheiro desviado é o que falta para a educação, saúde, moradia etc. Entendemos que para que os trabalhadores e o povo pobre das periferias possam se sentir seguros nas cidades, as ruas, as praças, os parques, os becos e as vielas tem de ser retomados, têm de renascer, têm de ser alimentados com atividades, com vida, com dinâmica, com gente circulando, convivendo enfim. Por outro lado, é preciso dar um combate sem trégua contra o crime institucional e o crime organizado, estes sim, quase sempre impunes. Propomos ainda dar efetiva segurança à população trabalhadora, protegendo-a também contra as arbitrariedades policiais.

EMPREGO
Implementação de um Plano de Obras Públicas Populares que compreenda: construção de moradias populares, obras de saneamento nos bairros populares, construção de creches, unidades de saúde, escolas. Contratação imediata por meio de concurso público para áreas da saúde, educação, infraestrutura, desenvolvimento social entre outros. Passe Livre para os desempregados de forma que estes possam continuar a procura pelo emprego e cestas básicas para sobreviverem nesse difícil período. Implantação de restaurantes populares nos bairros. Isenção das taxas municipais para os desempregados até que consigam um emprego.

SERVIDORES PÚBLICOS
O servidor público é vítima direta da precarização dos serviços públicos. Os concursos não atendem a demanda. Apesar de faltar vagas para concursados, para reduzir despesas se contrata sem concurso e de forma precária. Enquanto isso, Carlinhos (PT) usa a mesma prática de Cury (PSDB), mantendo a prefeitura com cargos comissionados que já superam o número de 750.
Defendemos o fim da terceirização dos serviços públicos, extensão do “gatilho” salarial a todos os trabalhadores da URBAM, convocação de todos os trabalhadores aprovados em concurso público e criação de todas as vagas necessárias para a realização dos serviços públicos.

COMBATE À CORRUPÇÃO
O padrão de corrupção é muito comum em todas as cidades do país. O primeiro deles é o não cumprimento dos compromissos eleitorais. Depois disso assistimos verdadeiras quadrilhas, que são formadas por agentes políticos, desviando dinheiro público. Desviam para os bolsos privados aquele dinheiro que deveria ser destinado à educação, à saúde e à moradia do povo pobre. É assim que o dinheiro dos impostos acaba sendo destinado a poucos privilegiados.

O PSTU não se envolve em corrupção, não aceita financiamento de empresários e não aceita alianças com aqueles que recebem dinheiro de propina. Nós defendemos cadeia para corruptos e corruptores e o confisco de seus bens para devolução aos cofres públicos. Nosso governo será pautado pela transparência, pela efetiva fiscalização feita pelos verdadeiros interessados, aqueles que não se beneficiam com a corrupção: os trabalhadores.

Transparência total na administração, com disponibilização integral de dados pela internet. Audiência pública prévia e com poderes deliberativos, para licitações de valor superior a R$ 50 milhões. Livre acesso público a todas as etapas dos processos de licitação, com transmissão online do julgamento das propostas. Fornecimento de todas as informações requeridas pelos cidadãos. Implantar um disque-denúncia, com a divulgação de todas as denúncias feitas e as medidas tomadas.